A Polícia Civil de Goiás prendeu nesta semana um homem apontado como autor dos disparos que mataram Nando Peres da Silva, em Mineiros, no sudoeste goiano. A ação ocorreu durante a Operação Cerco Implacável, deflagrada pelo Grupo Especial de Investigações Criminais (GEIC), e também resultou na apreensão de drogas e materiais ligados ao tráfico.
De acordo com as investigações, o crime aconteceu no dia 23 de maio de 2026, na Travessa Herondina, no Bairro São João. A vítima foi surpreendida por dois homens que estavam em uma motocicleta. Conforme a apuração policial, o suspeito preso ocupava a garupa do veículo e teria efetuado diversos disparos de arma de fogo contra Nando Peres da Silva, que morreu ainda no local em decorrência dos ferimentos.
Os elementos reunidos pelo GEIC apontam que o investigado detido foi o executor direto do homicídio, enquanto um segundo suspeito teria atuado como condutor da motocicleta utilizada na ação criminosa.
Após a expedição do mandado de prisão, as equipes policiais realizaram diligências para localizar o suspeito. Durante a operação, foi cumprido mandado de busca e apreensão no imóvel onde ele estaria escondido. A ação contou com apoio da Delegacia Municipal de Mineiros e da Polícia Militar de Portelândia.
No decorrer das buscas, os policiais encontraram entorpecentes e diversos objetos relacionados ao tráfico de drogas. Segundo a Polícia Civil, os ocupantes da residência tentaram destruir provas ao perceberem a chegada das equipes, lançando parte das drogas no vaso sanitário e tentando ocultar outros materiais ilícitos.
Apesar da tentativa de eliminar os vestígios, os agentes conseguiram recuperar parte dos entorpecentes e apreender uma balança de precisão, além de outros itens frequentemente utilizados na comercialização de drogas.
As investigações revelaram ainda um dado considerado preocupante pelas autoridades. Segundo a Polícia Civil, o suspeito preso estaria em Mineiros com a intenção de praticar novos crimes violentos contra integrantes de facções criminosas rivais. A informação reforçou a necessidade da prisão e evidenciou o risco que sua permanência em liberdade poderia representar para a segurança pública da região.











