Um homem foi preso na noite desta ocorrência após causar tumulto em uma distribuidora de bebidas localizada na Rua 11, no Setor Promissão, em Rio Verde. Segundo a Polícia Militar, ele estava em visível estado de embriaguez, ameaçou frequentadores de morte, agrediu uma mulher e ainda afirmou pertencer a uma facção criminosa enquanto intimidava as vítimas.
De acordo com a ocorrência, equipes da Polícia Militar foram acionadas pelo Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) para atender a uma denúncia de um homem que estaria promovendo desordem e agredindo pessoas no estabelecimento. Ao chegarem ao local, os policiais flagraram o suspeito tentando agredir o proprietário da distribuidora, sendo necessária a intervenção imediata para conter a situação.
Ainda conforme a PM, o homem apresentava comportamento extremamente agressivo e resistiu às ordens dos militares. Diante da resistência e para garantir a segurança de todos os envolvidos, foi necessária a utilização de algemas durante a abordagem.
As investigações iniciais apontam que a confusão começou depois que o suspeito exigiu a devolução de uma quantia em dinheiro. Após ter o pedido negado, ele passou a ameaçar uma das vítimas de morte, desferiu socos contra o vidro da distribuidora e, na sequência, intimidou outras pessoas presentes. Durante as ameaças, o homem afirmou integrar uma facção criminosa e disse que acionaria membros da organização para matar as vítimas e destruir o estabelecimento.
A violência continuou quando o suspeito desferiu um tapa no rosto de uma mulher e voltou a ameaçar de morte o proprietário da distribuidora, reiterando as intimidações e fazendo novas referências à suposta organização criminosa.
Segundo a Polícia Militar, vítimas e testemunhas confirmaram as ameaças e as agressões praticadas pelo homem. Ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado, juntamente com os demais envolvidos, para a Delegacia de Polícia Civil de Rio Verde.
Conforme a ocorrência, os fatos foram enquadrados, em tese, como infrações de menor potencial ofensivo. Por esse motivo, a autoridade policial determinou a lavratura de um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), procedimento que depende da representação formal das vítimas para o prosseguimento das medidas legais.











