A Espanha voltou a escrever seu nome na história do futebol mundial. Ao derrotar a Argentina na final da Copa do Mundo de 2026, a seleção espanhola conquistou seu segundo título mundial e encerrou um jejum de 16 anos sem levantar a principal taça do esporte. A última conquista havia sido em 2010, na África do Sul, quando os espanhóis superaram a Holanda na prorrogação.
A campanha da equipe comandada por Luis de la Fuente foi marcada por uma sequência de vitórias sobre adversários de peso no mata-mata. Antes da decisão, a Espanha eliminou Áustria, Portugal e Bélgica, além de vencer a França, de Kylian Mbappé, por 2 a 0 na semifinal, garantindo presença na grande final.
Do outro lado, a Argentina não conseguiu ampliar sua galeria de títulos e permanece com três conquistas mundiais, conquistadas em 1978, 1986 e 2022. A derrota também representa a terceira vez que os argentinos ficam com o vice-campeonato em Copas do Mundo. As outras finais perdidas aconteceram em 1990, diante da Alemanha Ocidental, e em 2014, contra a Alemanha, no Brasil.
Com o novo título, a Espanha alcança sua segunda estrela e passa a dividir o número de conquistas com França e Uruguai. Além disso, o resultado reforça a supremacia europeia na história dos Mundiais. Agora, as seleções do continente somam 13 títulos, contra dez das equipes sul-americanas. Entre os sul-americanos, o Brasil lidera com cinco conquistas, seguido pela Argentina, com três, e pelo Uruguai, com duas.
A conquista de 2026 também coloca a Espanha em uma posição inédita no cenário internacional. O país passa a ser o atual campeão mundial tanto no futebol masculino quanto no feminino, consolidando um dos momentos mais vitoriosos de sua história no esporte.











