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“Desde os três anos, eu já dizia que seria médica”: dermatologista de Rio Verde revela trajetória marcada por propósito, estudo e impacto na autoestima de pacientes

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Em Rio Verde, a dermatologista Dra. Maria Cecília Nogueira construiu uma carreira sólida pautada por vocação precoce, dedicação intensa aos estudos e um propósito claro: transformar vidas por meio da medicina. Com nove anos de atuação e título de especialista, a médica compartilha uma trajetória que começou ainda na infância e hoje se consolida como referência em sua área.

“Desde os três anos de idade eu queria ser médica”, relembra. A decisão, segundo ela, nunca foi questionada. Logo após concluir o ensino médio, foi aprovada na faculdade de medicina, onde cursou seis anos de formação. Posteriormente, especializou-se em dermatologia no interior de São Paulo, em Ribeirão Preto, e aprofundou seus conhecimentos em cirurgia dermatológica em Curitiba.

A conquista do título de especialista, no entanto, foi um dos maiores desafios da carreira. “É uma prova muito concorrida, difícil, que demanda muito tempo de estudo. Conciliar o trabalho ao estudo foi essencial para conseguir esse título”, afirma.

Para a médica, o conceito de sucesso está diretamente ligado à persistência. “Sucesso para mim é fazer aquilo que a gente gosta, superando as dificuldades, mas não desistir. É resultado de muita dedicação, de muito compromisso, de muito estudo”, destaca.

Mais do que tratar doenças, Dra. Maria Cecília enfatiza o impacto emocional e social de sua profissão. “O que me motiva é acreditar no meu propósito na vida das pessoas. Poder ajudar, aliviar dores, tratar doenças, fazer diagnóstico e também melhorar a autoestima. Muitas pessoas chegam com dificuldades em relacionamentos ou no trabalho, e quando elevamos essa autoestima, isso é muito gratificante”, explica.

Com uma trajetória consolidada, ela atribui seu diferencial à experiência acumulada e à formação completa exigida para a titulação. “Tudo que um profissional precisa para ser dermatologista, eu conquistei”, afirma.

Ao falar diretamente com outras mulheres, a médica destaca que o medo faz parte do processo, mas não deve ser um impeditivo. “Existem sentimentos como o medo, que são completamente normais. Quando algo é importante, a gente pode sentir medo. Mas isso também mostra que você está vivo, lutando pelo que quer”, diz. E completa: “Não tenha insegurança de acreditar no que você é capaz. Com o tempo, você vai olhar para trás e ver que conseguiu, mesmo com dificuldades”.

A mensagem final é direta e prática: “Dê o primeiro passo. Saia do lugar, mova-se e acredite. Vão existir dias ruins, mas os bons prevalecem. É passar pelas dificuldades sempre com um olhar no futuro, de que vai valer a pena”.

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