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Folha de Notícias

Daniel Vilela tira férias e Goiás terá dois governadores interinos; entenda quem assume o comando do Estado

O governador de Goiás, Daniel Vilela (MDB), assinou nesta quarta-feira (28) o termo de transmissão do cargo ao presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), deputado Bruno Peixoto (União Brasil). A mudança ocorre em razão das férias do governador, que deverá retornar às atividades no dia 7 de novembro.

Bruno Peixoto assumirá oficialmente o comando do Executivo estadual a partir das 20h desta quarta-feira e permanecerá na função até 3 de novembro. Na sequência, o governo será transferido ao presidente do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), desembargador Leandro Crispim, que ficará no cargo até o retorno de Daniel Vilela.

Mas por que o presidente da Assembleia vai assumir o governo? A situação ocorre porque Goiás está atualmente sem vice-governador.

Daniel Vilela ocupava a vice-governadoria até assumir o comando do Estado, após a saída de Ronaldo Caiado (PSD), que deixou o Executivo para disputar a Presidência da República nas eleições de 2026.

Com a mudança, o cargo de vice-governador ficou vago. Por isso, quando Daniel precisa se afastar temporariamente, a substituição segue a ordem prevista na Constituição Estadual.

O primeiro na linha sucessória é o presidente da Assembleia Legislativa, atualmente Bruno Peixoto. Caso ele também esteja afastado ou impossibilitado de exercer a função, o comando do Estado passa ao presidente do Tribunal de Justiça.

Entenda por que o governo terá dois substitutos

Inicialmente, havia a possibilidade de Leandro Crispim assumir o governo durante todo o afastamento de Daniel Vilela, já que Bruno Peixoto também tinha uma viagem pessoal programada.

Entretanto, o presidente da Alego alterou sua agenda para permanecer em Goiás e assumir temporariamente o Executivo.

A substituição será dividida em dois períodos:

  • De 28 de outubro, às 20h, até 3 de novembro: Bruno Peixoto.
  • De 3 a 7 de novembro: Leandro Crispim, após a transmissão do cargo.

Durante a assinatura do documento, Daniel Vilela afirmou que o Estado estaria em boas mãos. Bruno Peixoto, por sua vez, declarou que o objetivo é dar continuidade ao trabalho administrativo.

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