O pré-candidato a deputado federal João Pedro Sastre (MDB-SP), conhecido nas redes sociais como “Gay de Direita”, afirmou que foi impedido de entrar em um encontro com o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), em São Paulo, na segunda-feira (20). Após a repercussão do episódio, o senador respondeu à publicação e pediu desculpas, afirmando que não sabia que Sastre estava no local.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Sastre relatou ter viajado de Santos até o Guarujá para tentar encontrar Flávio Bolsonaro. Segundo ele, o acesso ao local não foi autorizado.
“Flávio Bolsonaro está aqui atrás, e eu sou um fiel escudeiro dele. Enquanto pessoas da esquerda estão divulgando eventos abertos, Flávio Bolsonaro está aqui, acredito que com sete ou oito pessoas, alguns deputados da Baixada. Eu me desloquei, vim lá de Santos, atravessei a Balsa, vim no Guarujá, não consegui entrar”, relatou.
Na sequência, o pré-candidato criticou a falta de acesso ao presidenciável e afirmou que situações como essa poderiam contribuir para o fortalecimento político do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Sou apoiador fiel de Flávio Bolsonaro. Mas quero deixar registrado aqui: que esse é um dos motivos que talvez faz o Lula ter força. Vai deixar para ter contato com a população quando?”, reclamou.
Flávio Bolsonaro respondeu à publicação e explicou que esteve no Porto de Santos para gravar conteúdo sobre segurança pública. Segundo o senador, não havia um evento oficial organizado por sua equipe no local.
“Algumas lideranças locais fizeram um rápido almoço, mas não foi minha equipe que organizou. Peço desculpas! Se eu soubesse que estava lá, com certeza falaria para entrar imediatamente”, afirmou.
Após a manifestação do presidenciável, Sastre publicou uma foto ao lado de uma declaração de apoio a Flávio Bolsonaro. “Flávio Bolsonaro é o amor da minha vida, sempre terá meu apoio”, escreveu.
Posteriormente, o “Gay de Direita” voltou a comentar o episódio e afirmou que o caso foi apenas um mal-entendido. “Houve um equívoco na entrada de um evento”, declarou. Em seguida, minimizou a situação: “Situações como essa podem acontecer”.











