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Instrutor preso após morte de jovem em salto radical tinha vídeo simulando “desova de corpo” na mesma ponte

A prisão de três homens após a morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues, de 21 anos, durante um salto de rope jump em Limeira, no interior de São Paulo, trouxe à tona um vídeo polêmico publicado anos antes por um dos investigados. O instrutor Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32 anos, utilizava as redes sociais para divulgar a prática do esporte radical e chegou a compartilhar uma gravação em que fazia piada com a morte e os riscos envolvidos na atividade.

O conteúdo, publicado há cerca de quatro anos, mostra Egoroff e outros instrutores na Ponte Esqueleto, local utilizado para a realização dos saltos. Nas imagens, o grupo aparece arremessando um saco preto da estrutura, simulando o descarte de um cadáver. O vídeo era acompanhado pela frase “Desovando corpo”, exibida logo nos primeiros segundos da gravação.

A repercussão do material aumentou após a morte de Maria Eduarda, que participava de um salto de rope jump quando ocorreu o acidente fatal após os instrutores a jogarem da ponte sem nenhuma corda. O caso resultou na prisão de três envolvidos e passou a ser investigado pelas autoridades, que apuram as circunstâncias da tragédia e  responsabilidades dos organizadores da atividade.

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