O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) comentou, nesta quinta-feira (10), a Operação Dark Horse, deflagrada pela Polícia Federal para investigar suspeitas de desvios de recursos de emendas parlamentares relacionados à produção de um filme sobre Jair Bolsonaro. Entre os alvos da investigação está o deputado federal Mário Frias.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Renan afirmou que houve “roubalheira” no caso e declarou que, se houver Justiça no país, os envolvidos poderão ser presos. “Se tiver Justiça nesse país, essa galera vai ser presa”, afirmou o candidato, ao comentar a operação.
Renan também avaliou os possíveis impactos da investigação no cenário eleitoral e afirmou que o caso não deve afastar os eleitores de Flávio Bolsonaro. Segundo ele, o eleitorado do senador “não liga” para denúncias e polêmicas envolvendo o parlamentar.
Durante a declaração, o candidato citou episódios e controvérsias associados a Flávio Bolsonaro, como as investigações relacionadas à chamada “rachadinha”, a ida do senador a um cassino e a compra de mansões. Renan questionou ainda a origem dos recursos utilizados nas aquisições.
“Eles já aturaram tudo”, declarou, ao se referir aos eleitores de Flávio Bolsonaro.
Na sequência, Renan criticou eleitores que pretendem votar no senador com o objetivo de impedir uma eventual vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para o candidato, esse comportamento estaria relacionado à tolerância com os episódios controversos envolvendo o parlamentar.
“O brasileiro gosta de bandido”, afirmou Renan, ao criticar a estratégia de votar em Flávio apenas como forma de impedir a eleição de Lula.
A Operação Dark Horse investiga possíveis irregularidades envolvendo recursos de emendas parlamentares e a produção de uma obra cinematográfica relacionada ao ex-presidente Jair Bolsonaro. As investigações da Polícia Federal devem apurar a destinação dos recursos e a eventual participação dos alvos nos supostos desvios.











