Durante a inauguração do Complexo Câmara Municipal e Procuradoria da Mulher, em Santa Helena de Goiás, o vice-prefeito Ricardo Mota (UB) fez uma cobrança pública ao presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, Bruno Peixoto (UB), sobre recursos destinados à saúde do município. Segundo ele, valores entre R$ 1 milhão e R$ 3 milhões teriam sido prometidos, mas ainda não chegaram à cidade.
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Em seu discurso, Mota levantou a suspeita de que as emendas poderiam estar sendo direcionadas a grupos políticos da oposição, e não à atual gestão municipal.
Em resposta, Bruno Peixoto afirmou que a destinação de emendas impositivas segue critérios de confiança na aplicação correta dos recursos públicos. “Nós mandamos emendas impositivas para prefeitos que nós confiamos que farão um bom trabalho com o recurso público, aí vai para a Prefeitura. Caso contrário, mandamos para instituições do município e fazemos eventos para o município na área da saúde”, declarou.
O presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás também afirmou ter enfrentado resistência da atual gestão ao tentar realizar ações na cidade. Segundo ele, um evento de emissão de RG teria sido barrado, além de outras iniciativas. “Além de não querer ajudar, ainda atrapalha a população”, criticou.
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Peixoto concluiu reforçando que continuará atuando no município independentemente de alinhamentos políticos. “Vamos continuar de cabeça erguida, servindo a população de Santa Helena, e não o prefeito ou o vice-prefeito”, afirmou.










