O atraso no pagamento dos médicos que atuam na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Santa Helena de Goiás foi tema de debate durante sessão na Câmara Municipal e gerou cobrança direta à Prefeitura. Segundo denúncias apresentadas, os profissionais estariam sem receber salários desde o mês de janeiro, situação que pode comprometer o funcionamento da unidade.
A cobrança mais enfática partiu do vereador Tiago Cardoso, que afirmou ser necessário que a administração municipal trate o problema com prioridade. Durante a sessão, ele criticou a condução da situação e afirmou que a gestão precisa focar em resolver a questão. “É necessário parar de fazer coraçãozinho e fazer o serviço certo, que é pagar os profissionais”, declarou.
A preocupação se intensifica diante do risco de paralisação dos atendimentos na unidade. De acordo com Tiago, a interrupção dos serviços da UPA poderia gerar um impacto direto na saúde pública do município. Ele alertou que o sistema já enfrenta dificuldades estruturais e que a suspensão das atividades agravaria ainda mais o cenário.
Durante a discussão, o vereador Rones Ferreira também comentou o caso e explicou que a responsabilidade pelo pagamento dos médicos é da empresa terceirizada contratada para prestar os serviços na unidade. Segundo ele, a empresa tem prazo de até o 15º dia útil para efetuar os pagamentos.
Apesar disso, conforme os relatos apresentados na Câmara, os profissionais ainda não teriam recebido os valores referentes aos meses de janeiro e fevereiro.
A Prefeitura de Santa Helena ou a empresa responsável ainda não se manifestaram sobre o assunto. O espaço no Jornal Folha de Notícias permanece aberto para esclarecimentos oficiais.











