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Flagrante em Goiânia: mulher é presa por vender medicamentos irregulares para emagrecimento

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Uma mulher foi presa em flagrante em Goiânia, suspeita de comercializar medicamentos para emagrecimento sem registro na vigilância sanitária. A ação foi realizada pela Polícia Civil de Goiás, por meio da Central Geral de Flagrantes de Goiânia – 1ª DRP, em operação integrada com a Delegacia de Polícia de São Simão – 8ª DRP.

A investigação teve início após a Delegacia de São Simão informar que uma encomenda contendo medicamentos seria enviada via Correios para Goiânia, com entrega prevista no campus de uma instituição de ensino superior da capital. Diante da denúncia, os policiais civis requisitaram à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos as imagens do scanner da encomenda e os dados cadastrais da destinatária.

Com as informações confirmadas, a equipe se deslocou até o campus indicado e acompanhou o recebimento do pacote pelo setor de protocolo da instituição. O material foi apreendido e, na sequência, os agentes identificaram a destinatária e foram até sua residência.

No imóvel, além da investigada, foram encontrados diversos frascos rotulados como “suplemento para emagrecimento”, que, segundo a polícia, seriam utilizados para acondicionar as cápsulas irregulares. Ao todo, foram apreendidas aproximadamente 300 cápsulas de possível medicamento, quatro frascos de tirzepatida TG 15 mg e grande quantidade de recipientes destinados ao armazenamento e comercialização dos produtos para fins terapêuticos.

A mulher foi autuada com base no artigo 273, § 1º-B, inciso I, do Código Penal, que trata de guardar, manter em depósito ou adquirir produtos destinados a fins terapêuticos sem registro no órgão de vigilância sanitária competente.

Após a lavratura do Auto de Prisão em Flagrante, a investigada afirmou que comprava os produtos do mesmo fornecedor há cerca de dois anos para revenda em Goiânia. Mediante pagamento de fiança arbitrada pela autoridade policial, ela foi colocada em liberdade e permanece à disposição do Poder Judiciário.

O caso segue sob investigação.

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