Folha de Notícias

Conta de água vai ficar 4,8% mais cara em Goiás a partir de abril 

Facebook
Twitter
LinkedIn
Pinterest
Pocket
WhatsApp

A conta de água ficará mais cara em Goiás a partir de abril. A Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (AGR) aprovou um reajuste de 4,8% nas tarifas cobradas pela Saneago. O aumento atinge todas as categorias de consumidores (residencial, social, comercial, industrial e pública) e passa a valer nas faturas emitidas a partir do dia 1º nos 223 municípios atendidos pela companhia.

A decisão foi publicada no Diário Oficial de Goiânia na segunda-feira (2) e confirmada pela empresa responsável pelo abastecimento. Em nota, a Saneago informou que o reajuste tem como objetivo recompor as perdas inflacionárias registradas ao longo do último ano. Segundo a companhia, a atualização tarifária é necessária para garantir o equilíbrio econômico-financeiro da prestação dos serviços de abastecimento de água e saneamento.

Com a nova definição aprovada pelo Conselho Regulador da AGR e pelo Conselho de Gestão e Regulação da Agência de Regulação de Goiânia, as tarifas básicas (valores mínimos cobrados mesmo sem consumo) passam a ser de R$ 8,73 por mês para a categoria Residencial Social e Comercial II. Para as categorias Residencial Normal, Comercial I, Industrial e Pública, o valor mínimo mensal será de R$ 17,46.

A tarifa residencial social é destinada a famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único do Governo Federal (CadÚnico), com renda familiar de até R$ 105 por pessoa e consumo mensal de até 20 metros cúbicos.

Além da tarifa mínima, os valores variam conforme o volume consumido. Para imóveis residenciais, o metro cúbico de água (equivalente a mil litros) custará R$ 2,73 para consumidores da categoria social e R$ 5,77 para residenciais comuns na faixa de 1 a 10 metros cúbicos. Entre 11 e 15 metros cúbicos, os valores passam a R$ 3,07 para a tarifa social e R$ 6,51 para a residencial padrão. Já para consumo entre 16 e 20 metros cúbicos, o metro cúbico custará R$ 3,52 na categoria social e R$ 7,45 na residencial comum. Imóveis que registrarem consumo entre 21 e 25 metros cúbicos pagarão R$ 8,45 por metro cúbico.

Facebook
Twitter
LinkedIn
Pinterest
Pocket
WhatsApp

Não perca nenhuma notícia importante. Assine nossa newsletter.