Folha de Notícias

Mulher é presa em flagrante em Rio Verde suspeita de torturar filho acamado e obrigá-lo a ingerir fezes

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Uma mulher foi presa em flagrante nesta sexta-feira (15), em Rio Verde, suspeita de praticar crimes de tortura e maus-tratos contra o próprio filho, um homem acamado e em situação de extrema vulnerabilidade. A prisão foi realizada pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de Defesa Social da Central de Flagrantes da 8ª Delegacia Regional de Polícia (DRP), após denúncias encaminhadas pela Secretaria Municipal de Assistência Social.

De acordo com a investigação, a vítima era mantida em condições degradantes dentro da residência da família. Policiais civis, acompanhados por equipes do CREAS, CRAS e profissionais da rede de assistência social, foram até o imóvel e encontraram o homem vivendo em um cenário considerado desumano.

Segundo a Polícia Civil, a vítima permanecia amarrada pelos braços e pernas durante grande parte do dia, inclusive quando ficava sozinha em casa. O homem apresentava sinais aparentes de contenção prolongada nos punhos e tornozelos, além de extrema debilidade física e graves condições de falta de higiene.

As investigações preliminares apontam ainda que o filho passava dias sem banho, recebia alimentação de maneira irregular e dormia em uma área externa improvisada, exposto à chuva, ao vento e ao frio.

Vídeos encaminhados à Polícia Civil reforçaram a gravidade das denúncias. Nas imagens, segundo os investigadores, a suspeita aparece submetendo o filho a intenso sofrimento psicológico, proferindo frases como “tomara que você morra sufocado” e “eu tenho nojo de você”. Ainda conforme a polícia, a mulher também obrigava a vítima a ingerir as próprias fezes.

Diante da situação, o homem foi imediatamente retirado do local e encaminhado para atendimento médico, além de receber acolhimento institucional por meio da rede de proteção social do município.

A mulher foi autuada em flagrante pelos crimes de tortura e maus-tratos. A Polícia Civil também representou pela prisão preventiva da investigada, alegando a gravidade dos fatos e a existência de denúncias anteriores envolvendo a mesma vítima.

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