A defesa do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para que o padre Paulo Marcelo Jordão da Silva, da Diocese de Anápolis, realize visitas de assistência religiosa enquanto o político cumpre pena no Distrito Federal. O pedido ainda aguarda decisão do magistrado.
Bolsonaro cumpre 27 anos e 3 meses de prisão, após condenação por tentativa de golpe de Estado, em uma sala de Estado-Maior localizada no prédio do 19º Batalhão da Polícia Militar do DF, no Complexo Penitenciário da Papuda, conhecido como Papudinha.
Quem é o padre indicado
Aos 47 anos, o padre Paulo Marcelo Jordão da Silva é formado em Teologia pela Faculdade Católica de Anápolis e atua como sacerdote há mais de 11 anos. Vinculado à Diocese de Anápolis, na região central de Goiás, ele exerce suas atividades pastorais em Pirenópolis, na Igreja Matriz – Paróquia Nossa Senhora do Rosário.
Em nota, a Diocese informou que o sacerdote é conhecido do casal Jair e Michelle Bolsonaro e que solicitou autorização ao bispo diocesano para realizar a visita de caráter espiritual ao ex-presidente.
Assistência religiosa
O pedido foi protocolado pelos advogados de Bolsonaro na segunda-feira (26). Segundo informações do g1 Política, o STF já autorizou visitas semanais de outros líderes religiosos, como o bispo Robson Lemos Rodovalho e o pastor Thiago Macieira Manzoni. Caso o novo pedido seja deferido, as visitas do padre deverão alternar os dias com as demais.
Conforme os termos solicitados pela defesa, a assistência religiosa deverá ocorrer uma vez por semana, individualmente, com duração de até uma hora, em dias a serem definidos, respeitando as normas do estabelecimento prisional.











